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Nexo - Capítulo 07: Veneno - Acaso

 
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alexnery
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MensagemEnviada: Sex Set 01, 2006 1:40 pm    Assunto: Nexo - Capítulo 07: Veneno - Acaso Responder com Citação

Nexo
Capítulo 07: Veneno - Acaso




Por Alex Nery


Rio de Janeiro – Bairro do Botafogo – Logo após o ataque do Projetor.


O ar estava acabando.
Esse era o único pensamento de Marcelo. O ar estava acabando.
Ao seu lado, sua namorada Meriam e seus melhores amigos Arthur e Amanda. Mais adiante, a professora Ruth, a arrogante Sonia, “o mauricinho” Pedro.
Acima de todos, a laje rachada e que os protegia dos destroços do desabamento do bloco de salas de aula, rangia ameaçadoramente. A qualquer momento ela cederia e poria fim aos seus sofrimentos. Arthur tossiu secamente e Meriam apertou sua mão com força. A altura da área protegida pela laje não ultrapassava um metro e meio obrigando, aqueles que podiam, a ficarem sentados.
Tudo acontecera de maneira rápida e devastadora. Num momento, todos estavam tranqüilamente assistindo às aulas e, no instante seguinte, estavam esmagados sob toneladas de escombros. Nenhum deles tinha idéia do motivo do desmoronamento. E se soubessem da verdade, não acreditariam[1].
Marcelo tentou mover o braço direito, mas este doeu de forma insuportável. Com certeza estava quebrado. Ele conseguira se sentar, mas agora qualquer movimento era para ele o fim do mundo. Meriam arrastara-se e deitara a cabeça em seu colo. Arthur estava sentado ao lado de Marcelo, com os olhos fixos no vazio. A professora Ruth estava sentada recostada na parede oposta. De onde estava, Marcelo podia ver que a perna de Sonia estava quebrada. Ele via o fêmur da menina saltando de sua perna. Sentiu que a dor em seu braço não era nada comparada ao sofrimento de Sonia. A menina permanecia muda e provavelmente em choque. Pedro era o menos atingido de todos. Agachado, andava de um canto ao outro como um animal enjaulado.

- Sente-se, Pedro... Se você ficar agitado... o ar acabará mais rápido... – pede a professora.
- Tem que haver uma saída! Tem que haver! – murmurou Pedro.
- Seremos resgatados! Temos que ser! – gritou Meriam, desabando num choro incontido.
- Shhh... – Marcelo consola a namorada passando a mão pelos seus cabelos.
- Há quanto... tempo estamos aqui? – pergunta Arthur.

Novamente Marcelo olha para seu relógio.

- Fazem mais ou menos... trinta e duas horas... – responde laconicamente.
- TRINTA E DUAS HORAS??? E ainda não vieram nos resgatar!!! – grita Pedro desesperado.
- Se estivéssemos... com os celulares... seria bem mais fácil... – diz Amanda.

Infelizmente, a tragédia acontecera num dia de provas. Todos os celulares haviam sido recolhidos pela professora e agora jaziam sob os destroços.

- Estou sufocando! Não agüento mais esse... cheiro... – diz Meriam, sentindo ânsia de vômito.

O cheiro podia ser considerado o pior de tudo. E a idéia aterradora que eles estavam sentindo o cheiro dos corpos de amigos em decomposição, levava-os à loucura. Num dos cantos, Pedro e Arthur haviam coberto com escombros e seus casacos a mão de uma das vitimas que fora soterrada. O corpo sumira sob os destroços, mas a mão ficara para fora, como se a vítima pedisse um socorro mudo.

- Vamos... morrer aqui... – diz Pedro.
- NÃO DIGA ISSO! – Grita Marcelo.
Pedro se cansa de andar de um lado para o outro senta-se ao lado da professora.

- Quanto menos falarmos... mais tempo teremos ar... – murmura a professora.

Todos assentem silenciosamente e continuam a aterradora espera.
Um tempo indefinível se passa. Marcelo desiste de contar as horas e percebe que Meriam dormira, ou antes, desmaiara. Olhando para o Arthur, ele vê que o amigo tombara para o lado e ele mesmo não possuía forças sequer para chamá-lo. À sua frente, a professora Ruth parecia mortalmente imóvel. Pedro parecia tremer no chão, enquanto Amanda há muito tempo não emitia nenhum ruído. Era o fim.
Os pulmões de Marcelo ardiam e buscavam desesperadamente o ar, mas era inútil. Realmente, o socorro não os alcançaria. Com esta imagem em mente, Marcelo fechou os olhos e aguardou.
O cheiro de podridão invadiu definitivamente suas narinas.

------------------------------------------------------------------------------------

Marcelo abriu os olhos. Tentou se mover, mas seu corpo doeu por completo. Olhou em volta e viu outras camas. Reconheceu Arthur na cama à sua direita e Pedro na cama à esquerda. Uma luz fraca vinha do teto. Sentiu seu braço pesado ao tentar levantá-lo.

- Não, não... Não se mova. Ainda é cedo demais. – disse uma voz feminina ao seu lado.
- O-o quê?... – murmurou o menino, mas sua voz saiu pastosa e quase ininteligível.
- Calma, calma...

Marcelo olha para a mulher vestida de branco ao seu lado.

- Onde... onde... ahh...eu morri?
- Não, Marcelo. Calma... Você está num hospital. Ontem você e seus amigos foram resgatados pelos bombeiros de sob os escombros do desabamento da escola. Lembra disso?
- L-lembro... do desabamento... e mais nada.
- É compreensível, tenha calma.
- Onde estão todos? E... Meriam?
- Foi um milagre, menino... Todos os sete sobreviveram. Alguns bem debilitados, mas todos estão vivos.

Marcelo sorriu e tornou a dormir...

-----------------------------------------------------------------------------------

Fernando e Bruno chegam à escola estadual Prof. Armando Nunes no começo da tarde. O sinal de início das aulas tocou alarmante. Os alunos deste turno, crianças e adolescentes, passavam correndo animados, sem olhar para os dois homens.
Ao chegarem ao gabinete do diretor Hugo Magalhães foram recebidos com um sorriso.

- Sejam bem-vindos. – Hugo cumprimenta os dois médicos.
- Como vai, professor? – cumprimenta Bruno.
- Olá- diz Fernando apertando a mão do diretor.

Os três homens se sentam.

- Bem, devo admitir que esperava receber a visita de policiais, detetives e coisas do gênero para ajudar a descobrir o que aconteceu com o Gonçalves[2]... – diz o diretor.

Bruno sorri enquanto Fernando permanece sério.

- Realmente não somos esse tipo de ajuda, mas...- começa Bruno.
- Não, não... esqueça... – diz o diretor fazendo gestos com as mãos – O governo disse que vocês poderiam ajudar e isso basta.

“Salomão e seus contatos”, pensa Fernando.

- Somos gratos pela sua colaboração. Nossa intenção é passar alguns dias por aqui e darmos uma olhada na escola... será possível? – pergunta Bruno.
- Ora, claro. A única coisa que peço é que me mantenham informado sobre o que descobrirem e que tentem manter as crianças fora disso.- diz o diretor em tom sério.
- Já lemos o relatório policial sobre a morte do vigia... Nossa abordagem será outra. – diz Bruno.
- Outra? – indaga o diretor.
- Sim. Mas com certeza nós o manteremos informado. Poderia nos mostrar a escola? – pergunta Fernando.
- Claro, claro... querem ver o local onde Gonçalves... bem... onde ele morreu?
- Sim, por favor. – pede Bruno.

O diretor os leva até o corredor onde o corpo do vigia foi encontrado. O corredor está isolado por uma faixa policial e as crianças curiosas são mantidas afastadas por um atento segurança. Os três se aproximam da faixa de isolamento. Bruno faz menção de retirar a faixa. O segurança o olha com reprovação e espera uma palavra do diretor.

- Er... a polícia pediu que não tirássemos a faixa...- diz o diretor.
- Vamos apenas afastá-la – diz Bruno piscando.

O diretor fica em silêncio e acena para o segurança deixá-los passar.

- Obrigado – diz Fernando ao passar pelo segurança.

O local onde o corpo do velho vigia foi encontrado ainda está marcado com giz. O próprio piso parece chamuscado. Fernando se abaixa e olha o local com curiosidade. Bruno tira um par de luvas cirúrgicas do bolso e também se abaixa.
Bruno toca o local chamuscado com o dedo indicador e seu olhar é de curiosidade.

- O que foi, Bruno?- pergunta Fernando.
- Curioso...o chão não está apenas chamuscado... ele está deformado pelo calor. Isso que dizer que o vigia foi atingido por chamas de alta temperatura. – conclui Bruno.
- Sim, ele estava totalmente carbonizado quando o encontramos. – assente o diretor – Pobre Gonçalves...
- E existe algo que gere calor assim por aqui? – pergunta Fernando.
- Nada. Nem um aparelho de solda... – diz o diretor.
- E teria que ser um tremendo aparelho de solda pra fazer isso... – sussurra Bruno levantando-se.

Fernando olha em volta e percebe as ruínas do bloco destruído da escola.

- E aquilo? – pergunta apontando com a mão.
- Ah... foi destruído no ataque do mês retrasado[1]...-diz o diretor constrangido.
- Ué? Jogaram uma bomba aqui?- pergunta Fernando.
- Er... mais ou menos... é confuso de explicar... – o diretor baixa a cabeça.

Bruno olha para os destroços com semblante enigmático.

- Quantas pessoas morreram ali, diretor? – pergunta Bruno sombriamente.

O diretor engole em seco. Os trágicos acontecimentos ocorridos nos últimos meses não foram digeridos ainda.

- Setenta e oito pessoas... – sussurra de cabeça baixa.

Bruno estreita os olhos e permanece calado olhando as ruínas. Fernando estranha o comportamento do amigo mas não diz nada.
Sem dizer uma palavra, Bruno retira algo do bolso direito da calça. Aos poucos, ele desenrola um fio metálico com um pingente de cristal na ponta. Bruno segura o fio metálico, deixando o cristal pendendo para baixo.

- O que é isso? – pergunta o diretor.
- Já ouviu falar em radiestesia? – pergunta Bruno.
Fernando observa com curiosidade.

- A radiestesia é utilizada à séculos para encontrar água. Mas ela não serve só pra isso. – diz Bruno.
- Serve para quê mais? – pergunta Fernando.

Bruno se cala e fecha os olhos, segurando suavemente o pêndulo de cristal. Por alguns momentos nada acontece.
Até que o pêndulo oscila.
Primeiro timidamente para os lados. Fernando tem certeza de que Bruno está imóvel.O pêndulo move-se sozinho.
Aos poucos o pêndulo vai se erguendo, esticando o fio metálico. Os homens observam incrédulos o movimento do cristal.
Em segundos, o fio metálico está completamente estendido, paralelo ao solo. O cristal aponta para os destroços à frente.

- Ela detecta o mal também. – responde Bruno.


NÃO PERCA A CONTINUAÇÃO!

[1] Leia Desejos Negros #2 e saiba o quê destruiu a escola.
[2] Leia Nexo 6.

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Editado pela última vez por alexnery em Sex Set 01, 2006 2:19 pm, num total de 3 vezes
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Daniel Rand
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MensagemEnviada: Sex Set 01, 2006 2:01 pm    Assunto: Responder com Citação

Cara a primeira parte é assustadoramente real, o drama dos alunos ao passar tanto tempo soterrados, a professora tentando acalma-los e por um a um sucumbindo a falta de ar. Só tem uma coisa, em se tratando desse título, não posso acreditar queaquela mulher de branco seja uma enfermeira e tão pouco que os alunos estajam vivos (pelo menos não do jeito que esntendemos que uma pessoa estaja viva Rolling Eyes )

Na segunda parte é legal a interação de Fernando e Bruno, o bom Dr. cético em quase tudo agara tem a compania de um funcionario do Nexo mais experiente em casos assim. Esse é uma relação que acho que promete bastante.

Parabéns pelo ótimo capitulo Nery.
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Resgate
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MensagemEnviada: Sex Set 01, 2006 2:33 pm    Assunto: Responder com Citação

Nery...só num gostei de uma coisa...
Tá muito curtinho!!!
Adorei a imagem de abertura!
Cara vc tá mandando muito bem nesse capítulo...que desespero o dos sobreviventes enquanto estavam soterrados...E a cena em que eles despertam no Hospital tbm ficou cinematográfica! Vi a imagem direitinho na minha cabeça!
A atuação da dupla Fernando e Bruno tbm está fantástica! Esse arco tem tudo prá ser tão bom ou até melhor do que o anterior!
Meus mais sinceros parabéns, vc com certeza tem um fanzão em mim.
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alexnery
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MensagemEnviada: Sex Set 01, 2006 4:49 pm    Assunto: Responder com Citação

Daniel Rand escreveu:
Cara a primeira parte é assustadoramente real, o drama dos alunos ao passar tanto tempo soterrados, a professora tentando acalma-los e por um a um sucumbindo a falta de ar. Só tem uma coisa, em se tratando desse título, não posso acreditar queaquela mulher de branco seja uma enfermeira e tão pouco que os alunos estajam vivos (pelo menos não do jeito que esntendemos que uma pessoa estaja viva Rolling Eyes )

Na segunda parte é legal a interação de Fernando e Bruno, o bom Dr. cético em quase tudo agara tem a compania de um funcionario do Nexo mais experiente em casos assim. Esse é uma relação que acho que promete bastante.

Parabéns pelo ótimo capitulo Nery.


Valeu pelo post, grande Dan-man!

Eu curti demais escrever a parte do soterramento. Na verdade, de repente ela estava pronta na minha cabeça e eu praticamente a narrei, como se estivesse vendo. Ainda bem que você gostou.

Achei muito interessante essa idéia que você levantou sobre os sobreviventes e a enfermeira... interessante mesmo... mas não posso falar mais nada sob o risco de estragar as surpresas que vêm por aí.

Quanto ao Bruno, esse personagem cresceu bastante no meu próprio conceito. Ele vai ser o guia do Fernando neste arco, já que o próprio Fernando ficou muito abalado com o "Caso Turbulência".

Obrigado pela atenção, meu chapa.
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alexnery
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MensagemEnviada: Sex Set 01, 2006 4:51 pm    Assunto: Responder com Citação

Resgate escreveu:
Nery...só num gostei de uma coisa...
Tá muito curtinho!!!
Adorei a imagem de abertura!
Cara vc tá mandando muito bem nesse capítulo...que desespero o dos sobreviventes enquanto estavam soterrados...E a cena em que eles despertam no Hospital tbm ficou cinematográfica! Vi a imagem direitinho na minha cabeça!
A atuação da dupla Fernando e Bruno tbm está fantástica! Esse arco tem tudo prá ser tão bom ou até melhor do que o anterior!
Meus mais sinceros parabéns, vc com certeza tem um fanzão em mim.


Grande Steve! Muitissimo obrigado pelo post.

Realmente esse capítulo foi curto, mas é que eu quero manter o suspense e o mistério melhor do que no primeiro arco.

Quanto ao Bruno... não se apeguem muito a ele não... hauhauhauhauha

Valeu pelo "fanzão"! Very Happy
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Gustavo Levin
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MensagemEnviada: Sex Set 01, 2006 5:42 pm    Assunto: Responder com Citação

Adorei esse capítulo... as conseqüências da destruição do Rio de Janeiro começam a afetar o UNF (também tenho planos pra algo parecido em Echelon, mas isso é coisa só pra ser publicada no ano que vem). No mais, concordo que o capítulo foi mais curto que o usual... é só esperar que o próximo chegue no início de outubro direitinho... Wink
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Teutates
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MensagemEnviada: Sex Set 01, 2006 6:44 pm    Assunto: Responder com Citação

Fabuloso Nery!

A primeira parte, mostrando os eventos dos estudantes e professora presos nos destroços da escola, após o ataque do Godzilla do Projetor, transpiravam realidade. Era possível ver Sonia com o fêmur exposto, Marcelo preocupado e Pedro inquieto e arredio como um animal selvagem aprisionado. Então, temos a continuidade do mistério, com os sete possivelmente resgatados por bombeiros e levados para um possível hospital. Questiono esses fatos porque em Nexo nada é o que aparenta ser.

Então temos a dupla Fernando e Bruno na escola, e pude entender porque você disse que cada membro da equipe tinha uma especialidade e que isso seria melhor abordado nesse arco. Bruno é muito inteligente, e utiliza práticas não ortodoxas para ajudar a solucionar seus casos.

O que seu pingente irá revelar? Estou muito curioso!

Parabéns meu amigo.
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alexnery
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MensagemEnviada: Sáb Set 02, 2006 2:29 pm    Assunto: Responder com Citação

Teutates escreveu:
Fabuloso Nery!

A primeira parte, mostrando os eventos dos estudantes e professora presos nos destroços da escola, após o ataque do Godzilla do Projetor, transpiravam realidade. Era possível ver Sonia com o fêmur exposto, Marcelo preocupado e Pedro inquieto e arredio como um animal selvagem aprisionado. Então, temos a continuidade do mistério, com os sete possivelmente resgatados por bombeiros e levados para um possível hospital. Questiono esses fatos porque em Nexo nada é o que aparenta ser.

Então temos a dupla Fernando e Bruno na escola, e pude entender porque você disse que cada membro da equipe tinha uma especialidade e que isso seria melhor abordado nesse arco. Bruno é muito inteligente, e utiliza práticas não ortodoxas para ajudar a solucionar seus casos.

O que seu pingente irá revelar? Estou muito curioso!

Parabéns meu amigo.


Tetê, muito obrigado pelo post! Comentários como os de todos vocês me incentivam a escrever.

Sim, em Nexo existe uma equipe. E pretendo deixar isso bem claro. Andei assistindo uns animes e gostei da maneira como eles exploram as personalidades divergentes de cada personagem. Isso vai me influenciar com certeza.

E garanto que tudo pode acontecer! Tudo mesmo! Wink
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Aracnos
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MensagemEnviada: Dom Set 03, 2006 12:47 am    Assunto: Responder com Citação

Fantástico!!

A cena inicial foi perfeita! Senti a mesma falta de ar e o cheiro dos cadaveres que Marcelo e outros sentiram! Uma narração impecável!
Mas há mais do que motivos para dividar daquela enfermeira, se tratando de Nexo...

Também ficou cinematográfica a segunda parte da história (aliás, nesse e no capítulo anterior parece que você está contando duas histórias paralelas). O cristal que o bruno usa, já o vi antes com médiuns no Programa do Ratinho... e a frase final causou impacto:

"Ela detecta o mal também!"

Show!

Parabéns Nery... tens um fãzaço em mim também!
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REVOLT: No ar o capítulo #18.
Já está on-line: SAGRADA JUSTIÇA #2 e o ESQUADRÃO M.

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alexnery
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MensagemEnviada: Dom Set 03, 2006 1:52 am    Assunto: Responder com Citação

Aracnos escreveu:
Fantástico!!

A cena inicial foi perfeita! Senti a mesma falta de ar e o cheiro dos cadaveres que Marcelo e outros sentiram! Uma narração impecável!
Mas há mais do que motivos para dividar daquela enfermeira, se tratando de Nexo...

Também ficou cinematográfica a segunda parte da história (aliás, nesse e no capítulo anterior parece que você está contando duas histórias paralelas). O cristal que o bruno usa, já o vi antes com médiuns no Programa do Ratinho... e a frase final causou impacto:

"Ela detecta o mal também!"

Show!

Parabéns Nery... tens um fãzaço em mim também!


Muito obrigado, Aracnos! Estou me esforçando em Nexo. Agora que estou aprendendo a escrever tramas paralelas, saindo daquela sequência linear e mudando a "câmera" entre os vários cenários e personagens.

Esse estilo de frases de efeito eu aprendi lendo Stephen King, o mestre, hehhe...

Abração e obrigadaço.
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Tom Slash
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MensagemEnviada: Dom Set 03, 2006 7:00 pm    Assunto: Responder com Citação

ESPETACULAR!! Muito bom mesmo Nery. Como já falaram, a primeira cena, do soterramento ficou extremamente real, diria até palpavel (se é que me entenderam). E o Bruno também gostei muito da abordagem dele. Inicialmente pensei que não sairia da clinica e ajudaria o Fernando de lá mesmo. Quando começou esse arco fiquei bem satisfeito por saber que ele atuaria ao lado de Fernando. E agora com toda a experiencia dele só tem a acrescentar a essa excelente série. Parabéns ai Nery
abraços
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MensagemEnviada: Ter Set 05, 2006 2:02 pm    Assunto: Responder com Citação

Tom Slash escreveu:
ESPETACULAR!! Muito bom mesmo Nery. Como já falaram, a primeira cena, do soterramento ficou extremamente real, diria até palpavel (se é que me entenderam). E o Bruno também gostei muito da abordagem dele. Inicialmente pensei que não sairia da clinica e ajudaria o Fernando de lá mesmo. Quando começou esse arco fiquei bem satisfeito por saber que ele atuaria ao lado de Fernando. E agora com toda a experiencia dele só tem a acrescentar a essa excelente série. Parabéns ai Nery
abraços


Grande Thomas Wayne!

Valeu pela leitura, meu amigo!

Realmente, o Bruno cresce a cada capitulo. Obrigadão.
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MensagemEnviada: Seg Set 17, 2007 4:27 pm    Assunto: Responder com Citação

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MensagemEnviada: Seg Set 17, 2007 4:37 pm    Assunto: Responder com Citação

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