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Gustavo Levin Escritor

Registrado em: Sexta-Feira, 27 de Janeiro de 2006 Mensagens: 658 : Localização: Porto Alegre - RS
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Enviada: Sex Dez 21, 2007 1:40 am Assunto: Conexão Gate, Volume 2 - Final: Cara-a-Cara (pg.4) - (16/05) |
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Saudações, leitores do UNF!
É com grande prazer que trago até vocês a primeira mini-série de Conexão Gate.
Mas do que se trata Conexão Gate?
Trata-se de uma grande saga de mistério, ação e intrigas, dividida em mini-séries de três a quatro capítulos. Gate vem de Thomas H. Gate, um famoso milionário que guarda inúmeros segredos dos governos mundiais. Cabe a ele manter o mundo seguro desses segredos e, pra isso, ele conta com vários agentes ao redor do mundo.
Quer entender melhor o que quero dizer? Então não perca tempo e leia já!
OFFICIAL INDEX:
VOLUME 1
DESENHOS DE CINCO PERSONAGENS
VOLUME 2 _________________ CONEXÃO GATE - VOLUME 2: FINAL: BARNES E GATE CARA-A-CARA!
Echelon #23: Adriana encara o jogo final contra o Grupo!
Editado pela última vez por Gustavo Levin em Sex Mai 16, 2008 2:46 am, num total de 9 vezes |
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Gustavo Levin Escritor

Registrado em: Sexta-Feira, 27 de Janeiro de 2006 Mensagens: 658 : Localização: Porto Alegre - RS
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Enviada: Sex Dez 21, 2007 1:41 am Assunto: |
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CONEXÃO GATE
VOLUME 1 - PARTE 1: BILLY
[LOS ANGELES, EUA]
- Vejamos... do jeito que está o seu DVD Player, e com as peças que precisa... acho que uns 60 dólares deve dar tudo. – Dizia Roberto, enquanto analisava o aparelho que um cliente acabava de entregar.
- 60 dólares? – Perguntava o cliente.
- Bom, você tem que entender que essa peça que está faltando é muito difícil de conseguir e...
- Cadê o Sr. Alpert?
- O Sr. Alpert? Ele está ocupado lá na sala e...
- Roberto, o que está havendo? – O chefe de Roberto, o Sr. Alpert, acabara de sair de sua sala, indo até o cliente. – Como vai, Joseph?
- Tudo bem, Sr. Alpert. – Diz o cliente, apertando a mão de seu conhecido.
- Roberto, vá lá dentro trabalhar naquela bateria de celular. Eu cuido aqui.
- Sim, Sr. Alpert. – Sai Roberto, um tanto calado, entrando na sala próxima à recepção.
Roberto Sousa era brasileiro, mas morava em Los Angeles há quase três anos. Havia se formado muito rápido num curso de especialização em eletrônica, que fez no Brasil. Decidiu viajar pros EUA a fim de conseguir uma boa oportunidade com o que sabia, mas a única oportunidade decente de ganhar dinheiro apareceu quando foi contratado pra oficina de eletro-eletrônicos de Liam Alpert.
E a vida de Roberto não foi nada do que ele esperava. Desde que foi contratado, ele só ajuda a consertar aparelhos eletrônicos, além de investir em melhorias, em alguns casos. Não era nada muito excitante, e desde então ele não conseguiu nenhuma outra oportunidade de vida. Não que não gostasse de trabalhar com aparelhos eletrônicos, mas Roberto sempre gostava de aprender e visualizar coisas novas, e isso era algo que o trabalho com o Sr. Alpert não proporcionava.
Dos aparelhos eletrônicos, o que mais gostava de trabalhar eram os computadores. Também gostava de mexer com softwares e melhorias no desempenho das máquinas. Mas era aí que estava o grande segredo de Roberto... desde a adolescência, ele é um hacker. Aprendeu facilmente a mexer em sites de Internet e sabia como invadir vários sistemas online. Certa vez acabou encontrando um sistema secreto do governo brasileiro, mas não quis continuar pra não ser preso. A segunda vida como hacker era o que lhe deixava feliz em momentos que não estava curtindo seu trabalho na oficina, mas tinha de fazer tudo às escuras, pra que o chefe não o pegasse.
Era já de noite e o Sr. Alpert havia deixado a oficina. Roberto era o único que tinha ficado por lá, e estava jantando um sanduíche de presunto com um copo de leite. Ele estava mexendo no computador e, pra variar, invadindo alguns sites de Internet. A televisão estava ligada e estava passando o noticiário:
- ...e desde a tragédia que abalou Jerusalém, a comunidade israelense juntou esforços para reconstrução da cidade. O soldado Menorah e outros superseres nunca mais foram vistos após...*
Pouco depois de terminar sua janta, Roberto desliga a tevê. Ele apronta sua pasta, quase saindo da loja, quando o telefone toca. A loja já estava fechada, então não devia ser nenhum cliente. Mas mesmo assim, Roberto decide atender:
- Alô?
- Boa noite, Roberto. – Diz uma estranha voz, do outro lado.
- Quem fala?
- Roberto, meu nome é Thomas H. Gate.
- Tá, e eu sou Zinedine Zidane. – Roberto responde em ironia.
- Não, você é Roberto Sousa, brasileiro de vinte e poucos, meio cabeludo e de óculos, e que trabalha para Liam Alpert numa oficina de eletro-eletrônicos em Los Angeles.
Roberto fica calado por alguns segundos.
- Quem é você?!
- Já disse. Meu nome é Thomas H. Gate.
- Não, eu tô falando sério!
- Eu também. Você já deve ter escutado minha voz na televisão, talvez em algum programa que participei. Estive recentemente em Napoli, numa conferência.** Não me reconhece mesmo?
Roberto fica pensativo, tentando lembrar se aquela voz era mesmo familiar.
- Thomas H. Gate? Dono da Gate Eletronics, famosa empresa de aparelhos de celular, TVs, DVDs...
- Eu mesmo.
- E por quê alguém como você... perdão, alguém como o senhor está ligando pra alguém como eu à essa hora da noite?
- Porque eu tenho um trabalho pra você.
- Pra mim? Na G.E.?
- Não, é outro tipo de trabalho. Na verdade, uma missão. Talvez a primeira de muitas...
- Como assim?
- Roberto, eu tenho contratos com várias agências dos governos do mundo. Tenho tido parte em várias realizações da CIA, Interpol, FBI...
- Sério mesmo?
- Sim. E acontece que, em troca, eu sei de vários... segredos do governo que ninguém pode saber. Confiaram a mim esses segredos e eu os guardo muito bem. Mas pra não dar bobeira, preciso de ajuda pra lidar com certos probleminhas... preciso de agentes pra me ajudar. E eu preciso de você agora, Roberto.
- De mim? Mas o que eu posso fazer?
- Sei que você é um hacker. Um dos mais perigosos, quase no nível de um cracker. Fez coisas ousadas, mas não faz por mal. Só que certas... pessoas não vêem gente como você assim.
- O que quer dizer?
- Que se você aceitar trabalhar pra mim fazendo o que faz... posso garantir que você nunca seja preso. E como garantia, posso lhe pagar bem.
Roberto fica pensativo, mas estranhando aquela situação. Estava falando com um dos homens mais ricos do país, e um dos mais famosos do mundo. “Logo eu?”, ele pensava. Mas era uma chance de fazer algo diferente...
- O que quer que eu faça?
Roberto sentou-se na cadeira de seu computador e acessou a Internet. Para poder falar com Gate enquanto fazia sua missão, ele decidiu colocar o telefone na base e acoplar um fone de ouvido com microfone, que nem de um assistente de telemarketing.
- Certo, entrei na Internet. E agora? – Roberto pergunta.
- Quero que você digite o seguinte IP: 301.876.131.4 – Responde Gate.
Roberto digita o IP na barra de endereços do programa. Alguns segundos depois, surge uma tela toda preta, mas rapidamente surge um aviso na tela, avisando que é um site bloqueado.
- Tem um bloqueio, mas não deve ser difícil tirar. – Roberto digita algumas teclas e, rapidamente, o aviso do bloqueio some, e a tela preta volta. – Tá, tem uma tela toda preta.
- Digite OLÁ. – Diz Gate.
- O quê?
- Digite OLÁ.
- Tá bom. – Roberto digita OLÁ, e aparece escrito na tela. Ele dá ENTER. Rapidamente surge na tela a seguinte pergunta: QUEM ESTÁ AÍ? – Ué? Tem alguém do outro lado?
- O que aconteceu?
- Estão me perguntando quem sou.
- Responda.
>> MEU NOME É ROBE
Roberto decide parar e apagar seu nome da tela. Por segurança, ele decide digitar seu apelido.
>> MEU USERNAME É BOBSOUSA77
A tela responde:
> OLÁ, BOBSOUSA77.
>> QUEM É VOCÊ? ONDE ESTÁ? O QUE FAZ AQUI?
> O QUE FAÇO AQUI? EU MORO AQUI.
>> MORA? NA INTERNET?
> SIM.
- Gate, o que diabo é isso? Ele está dizendo que mora na Internet? – Estranha Roberto.
- Perfeito. – Diz Gate. – Você o encontrou.
- Quem?
- Essa... “pessoa” com quem você está conversando é na verdade uma espécie de inteligência artificial criada pelo governo. Ela foi projetada através de seqüências lógicas de programação e algoritmos matemáticos. Juntando tudo... temos uma espécie de algoritmo vivo criado no sistema da Internet.
- Algoritmo vivo? Como assim?
- Será melhor que ele te explique, Roberto.
Roberto volta a digitar:
>> VOCÊ É UM ALGORITMO?
> SIM, DE CERTA FORMA. SOU NA VERDADE UMA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL CRIADA NA INTERNET, ORIGINÁRIA DE UMA SÉRIE DE EQUAÇÕES E DADOS LÓGICOS. POR QUÊ ME PERGUNTOU ISSO?
>> INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?
> SIM. NO FINAL DOS ANOS 1990, O GOVERNO DOS EUA DECIDIU PROJETAR UM TESTE COM PROGRAMAÇÃO LÓGICA E ALGORITMOS MATEMÁTICOS. O PLANO ERA CRIAR UMA ESPÉCIE DE ARMA PARA COMBATER O TERRORISMO.
>> FINAL DOS ANOS 90? PERDÃO, 1990?
> SIM.
>> E É POSSÍVEL TRANSFORMAR UM ALGORITMO VIVO NUMA ARMA?
> VOCÊ NÃO SABE O QUE A INTERNET PODE FAZER.
>> SEI UM POUCO. SOU UM HACKER.
> HACKER? HACKERS... SÃO POR CAUSA DE GENTE COMO VOCÊ QUE EU ME ISOLEI POR ANOS NESSE IP. NEM ACREDITO QUE VOCÊ CONSEGUIU FURAR O BLOQUEIO QUE CRIEI, BOBSOUSA77. INFELIZMENTE TEREI QUE DESLIGAR VOCÊ.
>> DESLIGAR?
> SIM. DESTRUIR SEU SISTEMA! ADEUS, BOBSOUSA77.
>> ESPERE!
> O QUÊ?
>> NÃO QUERO LHE FAZER MAL. OUÇA, FOI UM HOMEM QUEM ME DISSE SOBRE VOCÊ. VOU VER O QUE ELE QUER. AGUARDE UM POUCO.
- Gate, ele está ficando desconfiado. O que aconteceu? O que vocês do governo fizeram pro algoritmo vivo aqui? – Perguntava Roberto.
- Ele lhe disse o que faz? – Pergunta Gate.
- Bem, ele me disse que foi criado pra ser usado como arma na guerra contra terrorismo no fim dos anos 90. Acho que isso foi durante a Guerra do Kosovo. O que aconteceu?
- Roberto, essa inteligência artificial foi criada por grandes cientistas. Um deles inclusive trabalhou para mim, mas acabou assassinado pouco depois. Entenda, por mais que quiséssemos uma nova arma contra o terrorismo, haveria gente que faria de tudo pra impedir que ela executasse seus propósitos. Espiões, Roberto.
- Espiões? Quer dizer que espiões atacaram o algoritmo vivo?
- Sim, que nem vocês hackers atacam um site de Internet.
- Eu nunca ataquei um site de Internet.
- Nunca?
- Bom, uma vez tentei. Mas essa não é a questão, Gate! Você me pediu pra contatar essa inteligência artificial pra quê?
- Eu preciso dela. É uma das maiores criações da ciência, Roberto. Você não faz idéia. Foi ela mesma quem pediu socorro pra mim.
- Socorro pra você? Como assim?
- Na verdade ela pediu socorro para o meu ex-cientista. Ela encontrou dados dele, que resultaram nela encontrando os e-mails principais de minha empresa.
- Certo, mas como assim “pediu socorro”?
- Depois que os espiões o atacaram, a inteligência conseguiu encontrar um IP para se esconder e criou um bloqueio próprio. Às vezes ela navega toda a Internet sem que ninguém perceba, foi assim que encontrou o computador de meu ex-cientista, acidentalmente. Ela tem medo, de certa forma, Roberto. E eu quero ajudá-la. Diga isso pra ela.
Roberto fica um tanto desconfiado daquelas palavras. Mas então volta a digitar:
>> VOCÊ TEM UM NOME?
> NOME?
>> É. COMO EU. BOBSOUZA77 É UMA ESPÉCIE DE NOME.
> NÃO ENTENDO.
>> UMA PALAVRA ÚNICA QUE DIZ QUEM VOCÊ É. UMA IDENTIFICAÇÃO. JOHN, JOHNNY, BOB, BILL, BILLY...
> BILLY?
>> SÃO SÓ EXEMPLOS. MAS ENTÃO VOCÊ NÃO TEM NOME.
> NÃO.
>> CERTO. EU FALEI COM O HOMEM. O NOME DELE É THOMAS H. GATE. ELE DIZ QUE VOCÊ O CONTATOU ACIDENTALMENTE, PEDINDO SOCORRO.
> CONTATEI? ESPERE, VOCÊ DISSE GATE?
>> SIM. THOMAS H. GATE.
> EU ME LEMBRO DE TER RECENTEMENTE CONTATO OS IPS DE E-MAILS DE UMA EMPRESA COM ESSE NOME. UM DOS MEUS CRIADORES TEM RELAÇÃO COM ESSA EMPRESA.
>> É, ELE ME DISSE ISSO. ELE QUER AJUDAR VOCÊ.
> QUER?
>> SIM, ELE VAI TE PROTEGER DE QUALQUER ATAQUE HACKER. E ACREDITE, EU NÃO QUERO FERIR VOCÊ DE JEITO ALGUM. TAMBÉM QUERO DE AJUDAR.
Durante minutos, a tela segue sem mudar. Roberto já fica preocupado.
- Droga, nada dele... ou dela responder. – Diz Roberto.
- Paciência, Roberto. – Diz Gate.
- Espere, ele voltou!
> ACEITO SUA AJUDA
- Ele aceitou, Gate. O que devemos fazer?
- Peça que ele vá até o IP 250.251.252.25
- Esse IP tão simples? Ele não estará em perigo?
- Não.
- Afinal porque você quer ajudar ele, Gate?
- Apenas faça o que eu digo e em alguns dias você encontrará uma boa quantia de dólares em sua conta bancária, Roberto.
- Certo.
>> ENTRE NO IP 250.251.252.25
> CERTO.
Alguns segundos depois, todas as palavras e frases da conversa de Roberto com o algoritmo vivo somem da tela.
- Funcionou, Roberto. Obrigado. – Responde Gate.
- Funcionou? – Pergunta Roberto. Mas ninguém responde. A linha caiu. – Droga, qual é a desse Gate? E esse algoritmo? Ah, já tá muito tarde! Melhor eu dormir, senão não consigo trabalhar amanhã.
Roberto desliga o computador e o telefone, pega sua pasta e finalmente deixa a oficina do Sr. Alpert, pela tarde da noite.
Uma sala com pouca iluminação, tomada por alguns computadores. É nela que se encontra Thomas H. Gate, digitando nas teclas das máquinas e, em seguida, se aproximando de um corpo metálico, feito de ferro velho e conectado a vários fios.
- Você pode me ouvir? – Pergunta Gate, se aproximando da cabeça do corpo metálico, que mais parecia uma caixa de placas de computador.
- Quem? – Diz a voz que surge daquele corpo robótico.
- Olá, eu sou Thomas H. Gate.
- É de você que BOBSOUZA77 me disse. Onde estou? Como eu posso estar me comunicando assim com você?
- O IP para qual Roberto, digo, BOBSOUZA77 lhe direcionou nada mais é do que o acesso à minha rede aqui na empresa, mais precisamente nas partes conectadas a esse corpo robótico onde você está.
- Corpo robótico?
- Sim, mas ainda está em fase de testes. Eu pretendo melhorá-lo. Achei que fosse o melhor jeito de você sobreviver. Esses fios não vão te prender pra sempre, eles só vão te ajudar a mantê-lo vivo, outra coisa na qual estou trabalhando. Além disso, eles vão garantir que você esteja sempre conectado à Internet.
- BOBSOUZA77 está aqui?
- Não, sinto muito. Mas ainda falaremos com ele. Ele é um jovem habilidoso. Como quer que eu lhe chame?
- Não entendo.
- Seu nome.
- Ah, um nome. Uma palavra única que diz quem você é. Thomas H. Gate é o seu, senhor?
- Sim. E o seu?
- Acho que não tenho. Até agora. Pode me chamar de Billy.
PRÓXIMA EDIÇÃO: MICHAEL BARNES!
* Lembram-se de Alvorada dos Heróis?
** Echelon #18 _________________ CONEXÃO GATE - VOLUME 2: FINAL: BARNES E GATE CARA-A-CARA!
Echelon #23: Adriana encara o jogo final contra o Grupo!
Editado pela última vez por Gustavo Levin em Sex Mar 21, 2008 1:43 am, num total de 1 vez |
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Resgate Supremo

Registrado em: Terça-Feira, 20 de Dezembro de 2005 Mensagens: 1881 : Localização: Atibaia
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Enviada: Sex Dez 21, 2007 12:01 pm Assunto: |
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Grande Gustavo! Adorei essa estréia!
Vc conseguiu passar aquele ar de mistério que ronda o senhor Gate e eu adorei o lance com o Billy... Mal posso esperar pela próxima edição.... Esse título tá prometendo e muuuuito!
Será que o Senhor Gate sabe quem matou o Kennedy mesmo?
Meus parabéns pela estréia Gustavo! Ficou muito legal mesmo! _________________
Nosso novo site!
http://novafronteira.wordpress.com/
SIM PARA AS CÉLULAS-TRONCO!!! |
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Gustavo Levin Escritor

Registrado em: Sexta-Feira, 27 de Janeiro de 2006 Mensagens: 658 : Localização: Porto Alegre - RS
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Enviada: Sex Dez 21, 2007 12:21 pm Assunto: |
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| Resgate escreveu: | Grande Gustavo! Adorei essa estréia!
Vc conseguiu passar aquele ar de mistério que ronda o senhor Gate e eu adorei o lance com o Billy... Mal posso esperar pela próxima edição.... Esse título tá prometendo e muuuuito!
Será que o Senhor Gate sabe quem matou o Kennedy mesmo?
Meus parabéns pela estréia Gustavo! Ficou muito legal mesmo! | Opa, valeu o comentário, João! Essa primeira edição foi só o começo, você nem imagina como está a segunda parte...
Esse lance da morte do Kennedy é interessante mesmo... quem sabe, né? Heheheheh
Aquele abraço! _________________ CONEXÃO GATE - VOLUME 2: FINAL: BARNES E GATE CARA-A-CARA!
Echelon #23: Adriana encara o jogo final contra o Grupo! |
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Tom Slash Escritor

Registrado em: Sexta-Feira, 27 de Janeiro de 2006 Mensagens: 604 : Localização: São José - SC
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Enviada: Seg Dez 24, 2007 6:29 pm Assunto: |
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Grande Gustavo, parabéns pela maravilhosa estréia dessa mini cara!!! Gostei muito, apesar de ser apenas o primeiro capítulo... A idéia promete e muito!! Gate é um excelente personagem e espero ve-lo mais pelo UNF... A aparição de Roberto também foi muito boa, espero que ele volte no futuro... E os mistérios sobre a inteligência artificial hein. To com uma pulga atrás da orelha hehehehe...
Parabéns cara!!!
Abraços _________________ Combates #22 - O Tempo
Já está online
Após quase dois anos, o passado torna-se presente novamente... |
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Gustavo Levin Escritor

Registrado em: Sexta-Feira, 27 de Janeiro de 2006 Mensagens: 658 : Localização: Porto Alegre - RS
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Enviada: Seg Dez 24, 2007 8:12 pm Assunto: |
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| Tom Slash escreveu: | Grande Gustavo, parabéns pela maravilhosa estréia dessa mini cara!!! Gostei muito, apesar de ser apenas o primeiro capítulo... A idéia promete e muito!! Gate é um excelente personagem e espero ve-lo mais pelo UNF... A aparição de Roberto também foi muito boa, espero que ele volte no futuro... E os mistérios sobre a inteligência artificial hein. To com uma pulga atrás da orelha hehehehe...
Parabéns cara!!!
Abraços | Brigadão pelo comentário, Tom!
Personagens como Gate e Roberto vieram pra ficar... eles aparecem mais vezes ainda nessa primeira mini-série. Fique ligado!  _________________ CONEXÃO GATE - VOLUME 2: FINAL: BARNES E GATE CARA-A-CARA!
Echelon #23: Adriana encara o jogo final contra o Grupo! |
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Gustavo Levin Escritor

Registrado em: Sexta-Feira, 27 de Janeiro de 2006 Mensagens: 658 : Localização: Porto Alegre - RS
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Enviada: Dom Jan 06, 2008 5:46 pm Assunto: |
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CONEXÃO GATE
VOLUME 1 - PARTE 2: SEGUNDAS CHANCES
[PORTLAND, EUA]
Ele continua deitado, mas não consegue pegar no sono. Aliás, não tem sono nenhum. Ele segue olhando pra cima, com as mãos abaixo da cabeça sob o travesseiro, sério. À sua esquerda, ela já dorme, enrolada no lençol. Então ele se levanta, vestindo apenas a calça e um par de meias.
Michael Barnes refletia no que sua vida havia se tornado. Outrora um detetive de respeito trabalhando para a polícia local, ele agora estava afastado do dever. Alternando entre uma e outra ida no bar, passando por casas de apostas, Mike tentava encontrar de novo uma razão de vida. Mas nada, nem mesmo os rápidos encontros que tinha com sua nova namorada o tiravam do marasmo. Enquanto bebia um copo de vodka na mesa da cozinha, ele se lembrava daquilo que deu errado, se não havia um jeito de voltar atrás e consertar tudo.
Depois de tomar dois copos de vodka, Mike vai até uma gaveta e, de lá, retira um revólver. Ele aponta para sua cabeça, conta até três bem baixinho... mas não consegue apertar o gatilho. Ele joga a arma longe, passa as duas mãos no rosto e começa a expressar preocupação. Em seguida, vai até o telefone e disca um número:
- Alô? – Diz a pessoa do outro lado da linha, uma mulher.
- Stella? – Pergunta Michael.
- Mike?!
- Desculpe te acordar, mas...
- Desculpe? Michael, estamos separados há quatro anos! Você não pode ligar assim na madrugada. Desse jeito vai acordar o Jim.
- Eu sei, eu sei, mas...
- Mas o quê?
- Eu precisava conversar com alguém... já faz meses que...
- Eu sei, Mike. Você disse isso semana passada. Tentou se matar de novo, não?
- Sim, mas... não consigo, eu...
- Olha, Michael. Vá pra um psiquiatra ou coisa parecida que eu não posso resolver seus problemas. E nem quero. Não me ligue mais!
Stella desliga o telefone na cara do ex-marido. Ele nada faz, pois sabia que não ia levar a nada. Era por sua culpa que estavam separados e Mike mal podia ver o filho James. Se não tivesse tido uma amante que foi sua colega na polícia, a situação seria muito diferente.
Antes de voltar pra cama e tentar dormir, o telefone toca. Michael atende:
- Alô?
- Michael Barnes. – A voz estranha era de homem.
- Quem fala?
- Meu nome é Thomas H. Gate.
- Sim, e o que quer?
- Não sabe quem sou?
- Não.
- O famoso milionário.
- Desculpe, eu não tenho assistido “O Aprendiz”.
- Não, Michael. Não tenho nada a ver com Donald Trump*. Eu sou dono de uma empresa de componentes eletrônicos. Você não lê jornais ou assiste à televisão, pelo visto.
- Cara, eu sou um detetive da polícia. Eu não tenho tempo pra essas coisas.
- Mesmo afastado do dever. Tudo bem, eu entendo.
- Espere, como sabe disso?
- O quê?
- Hã... nada.
- Ah, como eu sei que você está afastado do dever? Michael, eu sei de muitas coisas. Tenho grande influência pelo mundo, principalmente por causa de minhas relações com o governo.
- Ah, o governo... o maldito governo que me afastou do trabalho!
- Afastou? Michael, você mesmo se afastou do dever matando aquele homem, uma testemunha importante.
Michael fica em silêncio, estranhando tudo aquilo. Na certa, era alguém pregando uma peça nele, talvez um colega da polícia.
- Olha aqui, eu vou pessoalmente ao distrito e descubro quem de vocês está fazendo isso. E depois eu aponto minha arma pra sua cabeça e... – Dizia Michael.
- Michael, eu não estou brincando. Sou mesmo um milionário famoso, com grande influência. Eu quero ajudar você.
- Me ajudar?
- Sim, ajudar a recuperar sua carreira de volta.
- É mesmo? E como?
- Indo atrás dele.
- De quem?
- Do homem que você matou!
No meio da madrugada, Mike acabou não se segurando. Pegou o carro e foi até o endereço mencionado por Gate. Enquanto dirigia, o policial estranhava aquela situação. Já se passaram alguns meses desde aquele terrível incidente...
Era um dos casos mais importantes da carreira do Detetive Barnes. Duas gangues locais de Portland, salvadorenhos e armênios, estavam a ponto de fechar um grande negócio envolvendo drogas. O informante que passou as dicas para a polícia era conhecido como Magrelo, um salvadorenho que estava querendo mudar de vida. “Pelo menos foi isso que ele disse.”, pensava Michael enquanto continuava dirigindo.
Quando as duas gangues haviam combinado um ponto de encontro, no meio do cais da cidade, Michael liderou a equipe responsável pela captura dos bandidos. Era um plano simples: esperar o papinho tradicional dos bandidos e, quando eles mostrassem as drogas, todo mundo sairia preso. Mas o Magrelo havia armado uma cilada e, alguns dos melhores policiais acabaram mortos por membros dos salvadorenhos. Não havia negociação nenhuma naquele cais.
No meio de tudo, depois que os policiais sobreviventes haviam conseguido prender os misteriosos agressores e escapar da armadilha, um enraivecido Barnes havia avistado o Magrelo e deu um tiro sem dó que o matou. Poucas horas depois, Barnes foi nomeado responsável pelo fracasso da operação, além de ter matado um informante de vital importância. Essa foi a gota d’água para que ele fosse afastado da polícia e vivesse numa merda total.
Mas pelo menos agora ele podia voltar a ser o grande detetive que era. “Pelo menos foi isso que Gate disse, mas quem será esse cara?”
Mike estaciona o carro em frente à cerca de uma fábrica abandonada. Não há nenhuma iluminação e o ambiente é totalmente deserto. Antes de sair do carro, Barnes prepara sua pistola. Pouco depois de sair do carro, seu celular toca. “Quando ele disse que sabia meu número de celular, não pensei que fosse sério.”, pensa Barnes antes de atender:
- Alô?
- Você já chegou? – É a voz de Thomas H. Gate perguntando.
- Sim. Agora quer me explicar que história é essa? O Magrelo morreu. Eu o matei com um tiro certeiro na cabeça. Depois ele foi pro necrotério onde foi identificado por um primo.
- E você nunca se perguntou por quê não houve um funeral pra ele?
- Não leio atestado de óbitos. Não teve funeral?
- Não, o corpo do Magrelo desapareceu. Está nos relatórios do necrotério.
- Como assim desapareceu? Quem roubaria um cadáver?
- Não houve roubo de cadáver, Mike. O Magrelo não morreu.
- E como você pode provar isso?
- Não posso provar. Mas você pode, agora. Um homem com a descrição de Gomes Fernando, vulgo Magrelo foi visto inúmeras vezes por esse local, segundo um informante meu. Ele até tirou fotos, veja no seu celular.
- Mas meu celular não tem câmera.
- Olhe de novo.
Michael afasta o celular e, em pouco tempo, a tele muda para uma série de fotos. Segundos depois de mostrar tudo, o celular volta ao normal.
- Como você fez isso? – Pergunta Barnes.
- Com uma ajudinha de um de meus agentes que é hacker. – Responde Gate. – Mas você o reconheceu?
- Olha, tem muita gente parecida com o Magrelo, um salvadorenho típico. Não sei se é ele. E depois, se for ele, por quê não está vivendo com outros salvadorenhos?
- Eles não debandaram de Portland?
- Mais ou menos. Depois daquele incidente, a polícia organizou outra operação pra prender salvadorenhos e armênios. Os principais chefões foram presos e maioria dos membros de gangue debandou. Outros foram presos também.
- Mas então por quê há um salvadorenho escondido? Essas fotos são recentes, Michael. Ele ainda está vivendo aqui. E você vai pegá-lo.
- Por quê quer que eu pegue esse cara? Digo, além do fato de que você vai me pagar e tudo mais, o que há de especial nele?
- Tudo a seu tempo, Michael. Vá ao trabalho. Você tem uma hora.
E o celular desliga. Michael segue achando tudo aquilo muito estranho, mas ele tem a sensação de que o tal Gate está mesmo falando a verdade. As fotos em seu celular não pareciam ser falsas. Ele tira a arma do cinto e se prepara. Com algum impulso, ele consegue pular a cerca da fábrica e adentrar o prédio principal.
Michael caminha alguns metros da área da fábrica. Tudo está destruído, máquinas no chão e até mesmo alguns esqueletos de funcionários e seguranças estão espalhados pelo local. Michael se lembra de um acidente industrial que resultou em inúmeras mortes e acidentes e que forçou aquela fábrica a fechar.
Ao redor do complexo principal da fábrica, Michael caminha até encontrar uma entrada. Ele encontra uma entrada de veículos, com uma empilhadeira bloqueando a passagem. Depois de subir e descer da empilhadeira, ele chuta a porta de metal, mas nada. Chuta de novo e ela consegue se abrir. Do bolso do casaco, Michael tira uma lanterna pequena, para iluminar o caminho.
Dentro da fábrica, parecia um verdadeiro pesadelo. Tudo destruído, desde computadores a máquinas. Michael caminhava com passos curtos, e com sua arma em mãos. O silêncio era enorme e durava por horas, enquanto o detetive olhava cada sala e corredor da fábrica. Tudo vazio e nenhum sinal de vida, a não ser dos ratos e baratas que “moravam” no terreno.
- Será que esse Gate tá certo? – Diz Michael em voz baixa, depois de sair de uma das salas.
De repente, surge um estrondo vindo da direta de Michael, exatamente de onde ele veio. Ele segue caminhando, com a arma em mãos agora apontada pra frente. Ele vê um vulto passar de uma sala para outra rapidamente.
- Ei!
Michael corre atrás do vulto, mas não consegue vê-lo. Ainda com a arma em mãos, ele se mantém concentrado à frente, e não percebe o soco que vem da sua esquerda, e que o derruba no chão.
Derrubado, mas ainda segurando a arma, Michael aponta a arma pro vulto que seguia, o mesmo que lhe bateu.
- Quem é você? – Diz o vulto.
- Magrelo? – Pergunta Barnes, que percebe que aquela voz é bem familiar.
- Como sabe quem sou? – O vulto se aproxima de Mike e o agarra pelo pescoço, prensando-o contra a parede. – Detetive Barnes? O que faz aqui?
- Eu devia te perguntar isso. Você estava morto.
- É, sobre isso...
Magrelo não termina a frase dá um soco na cabeça de Mike, e logo sai correndo. O soco foi forte, mas Michael consegue se manter em pé. Ele tem tempo de ver Magrelo fugindo por outro corredor e atira com sua pistola. O tiro só acerta a parede, então Michael corre atrás do bandido.
Depois de alguma corrida, Michael chega até outra garagem, mas não consegue ver nada, nem mesmo com sua lanterna. De repente, surge uma bola azul de energia, que atinge o chão e faz com que Michael vá para longe. Derrubado, ele só tem tempo de ver Magrelo vindo de cima e aterrisando com os pés, sem perder o equilíbrio. Em seguida, o bandido abre uma de suas mãos e começa a criar outra bola de energia.
- O que é você? – Pergunta Barnes, apontando a arma.
- Eu sou o futuro. – Diz Magrelo, antes de atirar a bola de energia.
Michael rola para o lado e consegue se desviar daquele tiro. Logo em seguida, Mike dispara sua pistola e consegue atingir o ombro de Magrelo. O bandido cai no chão, com o ombro sangrando. Mike se levanta e segue apontando sua arma.
- Argh! – Magrelo grita de dor. Ele abre os olhos e olha fixamente para seu ombro sangrando. Em pouco tempo, uma luz igual a das bolas de energia que criou, começa a percorrer o ferimento. Alguns segundos depois, o ferimento desaparece.
- Então foi assim que você sobreviveu. – Diz Michael.
- Não. Eu estava morto. Eu... eles disseram que eu estava.
- Quem?
- Não sei. Não os vi direito. Falavam estranho... disseram que estavam me testando, e que eu seria o futuro. Mas aí eu fugi, foi fácil, eles deixaram. Só que eu era procurado, tive de me esconder e...
- Ah, foda-se!
Michael chuta a cara do Magrelo, que fica inconsciente. O motivo para Gomes Fernando ainda estar vivo não importava. Ele havia sido derrotado, pareceu tão simples... e ao mesmo tempo tão difícil.
- E agora, o que eu uso pra prender você?
Os olhos de Gomes Fernando, o Magrelo, se abrem. Ele não consegue ver nada, pois há algo duro, de metal, cobrindo seus olhos. Ele também não consegue sentir os braços e as pernas.
- O que... está... – Dizia ele.
- Ah, então você acordou. – Diz Michael Barnes, que estava perto dele.
- Detetive Barnes? O que você fez comigo?
- Trouxe você aqui fora. Ah, e te prendi com essas correntes. Desculpe se elas tão te machucando... mas foi necessário.
Michael estava esperando encostado no carro, enquanto olhava para Magrelo, amarrado com todas aquelas correntes de ferro num poste. Ele olhava para o relógio, já tinha se passado uma hora.
- Cadê você, Gate?
Antes que possa terminar a pergunta, Michael ouve um carro se aproximando e estacionando. Ele decide apontar sua arma pra ver quem se aproxima. Do carro sai um homem de sobretudo e gorro pretos. Michael tenta iluminá-lo com sua lanterna, mas o homem cobre seu rosto com a mão direita.
- Sr. Barnes? – Diz o homem, de longe.
- Hã? – Estranha Mike.
- Você é Michael Barnes, não é? O senhor Gate me mandou aqui.
- Quem é você?
- Ah. – O vulto olha para Magrelo, amarrado. – Esse deve ser Gomes Fernando.
- Afaste-se! – Diz Michael, quando vê o homem caminhando até Magrelo.
- Mas o senhor Gate precisa dele. Não se preocupe, eu posso levá-lo. O senhor Gate me deu esse tranqüilizante aqui.
- Ah, quem... – Dizia Magrelo.
O homem tira do sobretudo um vidrinho com uma seringa e injeta no pescoço do Magrelo. O bandido fica inconsciente. O homem tira todas as correntes do corpo do bandido, que apresentava várias marcas e sangrava muito. Os dois se dirigiam até o carro, e o homem colocava Magrelo no banco de trás.
- Quem é você? – Pergunta Michael Barnes, enquanto encostava sua arma na cabeça do homem.
- Se quiser receber o dinheiro que o senhor Gate prometeu, tire essa arma da minha cabeça.
Barnes, relutante, tira a arma da cabeça do homem, que entra no carro e segue viagem. O detetive pega seu carro e vai embora também.
Depois de dirigir por algumas ruas, Barnes pára o carro, pega o celular e digita um número. Do outro lado, uma mulher atende:
- Alô?
- Oi, Dylan. – Diz Michael.
- Mike?
- Eu sei que não deveria estar te ligando.
- Sabe mesmo? Porque até onde sei, você era casado e achou melhor terminarmos pra que você tivesse uma chance com sua mulher, mas me parece que...
- Dylan, não tem nada a ver com isso! Eu preciso de uma ajuda!
- Ajuda com o quê?
- Preciso que me ajude a investigar um cara. Parece que ele é famoso.
- Quem é?
- Thomas H. Gate.
No carro onde estava Magrelo, o motorista estaciona, pois o celular está tocando e ele atende.
- Sim, senhor Gate? – Diz o homem, enquanto percebe que Magrelo está acordando. – Sim, ele está acordado. Ou melhor, acordando. É, o efeito do tranqüilizante deve funcionar ainda, e ele não tem como usar seus poderes. Só um instante.
- Quem?
- É pra você. Pegue aqui, Gomes.
Gomes Fernando, ainda meio grogue, pega o celular.
- Alô?
- Olá, Gomes. – Diz a voz do outro lado. – Meu nome é Thomas H. Gate.
- Hein?
- Tenho uma proposta pra lhe fazer.
- Proposta?
- Sim... eu sei que você ainda é procurado, e só sobrevive por causa dessa energia que deram ao seu corpo. Obra de uma empresa chamada MegaSoluções S.A., que estava testando pessoas pra criar o super-herói perfeito. E você foi uma cobaia.
- O quê?
- Mas você não precisa mais fugir, Gomes.
- Não?
- Só depende de uma coisa... quer trabalhar para mim?
PRÓXIMA EDIÇÃO: ELIZA KAITO!
* Famoso magnata dos EUA e que comanda o reality-show “O Aprendiz” _________________ CONEXÃO GATE - VOLUME 2: FINAL: BARNES E GATE CARA-A-CARA!
Echelon #23: Adriana encara o jogo final contra o Grupo! |
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Resgate Supremo

Registrado em: Terça-Feira, 20 de Dezembro de 2005 Mensagens: 1881 : Localização: Atibaia
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Enviada: Dom Jan 06, 2008 8:37 pm Assunto: |
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Muuuuito bão esse segundo capítulo Gustavo! Os personagens estão muito bem construídos, o detetive Barnes parecia ter saltado direto de um desse bons filmes americanos e o Magrelo... Pô! Que surpresa o lance dos poderes dele! E a ligação com a MegaSoluções... Realmente eu vou poder utilizar isso num futuro bem próximo, pode apostar, ainda mais depois das mudanças que ocorreram no resgate nesse fim de ano
Conexão Gate chegou prá agitar mesmo! É uma ótima série que vc tem aqui Gustavo! mal posso esperar pelos próximoas capítulos.
Meus parabéns e aquele abração! _________________
Nosso novo site!
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SIM PARA AS CÉLULAS-TRONCO!!! |
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Aracnos Escritor

Registrado em: Domingo, 29 de Janeiro de 2006 Mensagens: 859 : Localização: Itaim Paulista, São Paulo SP - Brasil
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Enviada: Dom Jan 06, 2008 8:49 pm Assunto: |
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Fala Gustavão! Eu tardo, mas não falho. E aqui estou para comentar esses dois primeiros capíutlos de Conexão Gate. Pra começar, meus parabéns! Mistério e ação urbana é contigo mesmo. O clima de triler está ótimo.
A primeira parte começou bem legal, com a vida dupla do Roberto sendo bem descrita. E no fim nos deixou aquela pulga atrás da orelha quando perguntamos "o que o Gate quer com o Billy?"... Pergunta essa que fica mais cabulosa na segunda perte, onde após você mostrar o palpável e sofrido detetive Barnes nos vem com o final onde Gate recruta o Magrelo.
Seria Gate herói ou vilão?!
Conhecendo seu jeito de escrever, acho que não será tão cedo que saberemos essa resposta, ou talvez nem saberemos!
Aguardo o próximo capítulo! _________________
REVOLT: No ar o capítulo #18.
Já está on-line: SAGRADA JUSTIÇA #2 e o ESQUADRÃO M.
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Gustavo Levin Escritor

Registrado em: Sexta-Feira, 27 de Janeiro de 2006 Mensagens: 658 : Localização: Porto Alegre - RS
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Enviada: Dom Jan 06, 2008 9:49 pm Assunto: |
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| Resgate escreveu: | Muuuuito bão esse segundo capítulo Gustavo! Os personagens estão muito bem construídos, o detetive Barnes parecia ter saltado direto de um desse bons filmes americanos e o Magrelo... Pô! Que surpresa o lance dos poderes dele! E a ligação com a MegaSoluções... Realmente eu vou poder utilizar isso num futuro bem próximo, pode apostar, ainda mais depois das mudanças que ocorreram no resgate nesse fim de ano
Conexão Gate chegou prá agitar mesmo! É uma ótima série que vc tem aqui Gustavo! mal posso esperar pelos próximoas capítulos.
Meus parabéns e aquele abração! | Obrigado mais uma vez, João!
O Barnes é um dos meus personagens preferidos. Pode aguardar que vocês verão mais dele...
Espero que a ligação com a MegaSoluções tenha ficado legal mesmo...
Bom saber que estão gostando de CG, isso me empolga bastante... logo logo vou ter que escrever a segunda mini.
Grande abraço! _________________ CONEXÃO GATE - VOLUME 2: FINAL: BARNES E GATE CARA-A-CARA!
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Gustavo Levin Escritor

Registrado em: Sexta-Feira, 27 de Janeiro de 2006 Mensagens: 658 : Localização: Porto Alegre - RS
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Enviada: Dom Jan 06, 2008 9:57 pm Assunto: |
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| Aracnos escreveu: | | Fala Gustavão! Eu tardo, mas não falho. E aqui estou para comentar esses dois primeiros capíutlos de Conexão Gate. Pra começar, meus parabéns! Mistério e ação urbana é contigo mesmo. O clima de triler está ótimo. | Opa, valeu Anderson! Agradeço imensamente os elogios.
| Citação: | A primeira parte começou bem legal, com a vida dupla do Roberto sendo bem descrita. E no fim nos deixou aquela pulga atrás da orelha quando perguntamos "o que o Gate quer com o Billy?"... Pergunta essa que fica mais cabulosa na segunda perte, onde após você mostrar o palpável e sofrido detetive Barnes nos vem com o final onde Gate recruta o Magrelo.
Seria Gate herói ou vilão?!
Conhecendo seu jeito de escrever, acho que não será tão cedo que saberemos essa resposta, ou talvez nem saberemos!
Aguardo o próximo capítulo! | Realmente o papel do personagem título é muito intrigante e essa questão que você levantou eu pretendo trabalhar bastante, principalmente na segunda mini-série (já que a atual está mais centrada em apresentar alguns dos personagens das minis). Os planos de Gate pro Billy vão ser mostrados aos poucos... assim como o destino do Magrelo.
Mais uma vez aquele abraço e não deixe de ler a próxima parte! _________________ CONEXÃO GATE - VOLUME 2: FINAL: BARNES E GATE CARA-A-CARA!
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Tom Slash Escritor

Registrado em: Sexta-Feira, 27 de Janeiro de 2006 Mensagens: 604 : Localização: São José - SC
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Enviada: Qui Jan 10, 2008 4:31 am Assunto: |
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Show!!! Esse segundo capitulo de CG foi realmente muito bom... O personagem que você criou, detetive Barnes, é totalmente real, fiquei bastante impressionado. E o que falar do Magrelo... Quem diria que a MegaSoluções tem muito mais mistérios espalhados por ai, além do nosso querido Resgate...
To ansioso pelo próximo capitulode CG, essa série com todo o clima de mistério é demais!!!
abraços _________________ Combates #22 - O Tempo
Já está online
Após quase dois anos, o passado torna-se presente novamente... |
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Gustavo Levin Escritor

Registrado em: Sexta-Feira, 27 de Janeiro de 2006 Mensagens: 658 : Localização: Porto Alegre - RS
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Enviada: Qui Jan 10, 2008 12:54 pm Assunto: |
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| Tom Slash escreveu: | Show!!! Esse segundo capitulo de CG foi realmente muito bom... O personagem que você criou, detetive Barnes, é totalmente real, fiquei bastante impressionado. E o que falar do Magrelo... Quem diria que a MegaSoluções tem muito mais mistérios espalhados por ai, além do nosso querido Resgate...
To ansioso pelo próximo capitulode CG, essa série com todo o clima de mistério é demais!!!
abraços | Valeu mais uma vez, Tom!
Repetindo o que eu disse, o Barnes é um dos personagens preferidos da série. Tenho grandes planos pra ele num futuro não muito distante... assim como o Magrelo.
E como você viu no comentário do João, ele gostou bastante da ligação com a MegaSoluções e prometeu explorar essa conexão do Magrelo com a empresa para qual o Resgate trabalha...
Sem ser nessa sexta, na outra, eu trago a terceira parte da mini-série.  _________________ CONEXÃO GATE - VOLUME 2: FINAL: BARNES E GATE CARA-A-CARA!
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alexnery Site Admin

Registrado em: Terça-Feira, 20 de Dezembro de 2005 Mensagens: 602 : Localização: Belém-Pará
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Enviada: Qui Jan 17, 2008 6:00 pm Assunto: |
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Salve, grande Gustavo!
Resolvi iniciar minha peregrinação em busca da redenção dos posts pela Conexão Gate.
Fiquei intrigado com o capítulo 1. Gostei do personagem Roberto, esses lances de hacker são coisas próximas pra mim que trabalho com informática. Você explorou bem a situação. E a maneira como o Gate entra em contato é sinistra. Uma simples ligação e vc está entrando no mundo dos segredos. Gostei disso realmente. Simples e eficaz.
Billy, uma entidade informacional... Pode render muita coisa boa. Grande sacada. Acredito que o Gate vai usar bastante os talentos dele. Boa história, com certeza.
No segundo capítulo, você fez algo que eu adoro ler numa história: uma reviravolta no final. Quando eu penso que o Gate é uma espécie de "patrocinador de heróis", você faz ele recrutar o Magrelo, deixando evidente que os planos do megaempresário são bem mais complexos. Gostei muito.
O Barnes é aquele detetive que vez ou outra aparece. Você o caracterizou muito bem. Aqueles trechos onde se revela a vida pessoal dele estão ótimos. E ele erra! MUITO BOM isso! Um protagonista que erra, que é humano! Teve um caso extra-conjugal que acabou com o casamento e vive torturado por isso... Bacana pacas. Acho que o personagem fica mais rico assim.
Roberto, Barnes e Gate são três personagens humanos e ricos. Cada um tem seus motivos (nobres ou não), mas todos correm atrás do que querem. Espero que continuem assim.
Longa vida à Conexão Gate. _________________
<b>PECADO É NÃO AJUDAR A QUEM PODEMOS.
DIGA SIM PARA A PESQUISA COM CÉLULAS-TRONCO.</b> |
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Gustavo Levin Escritor

Registrado em: Sexta-Feira, 27 de Janeiro de 2006 Mensagens: 658 : Localização: Porto Alegre - RS
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Enviada: Qui Jan 17, 2008 10:18 pm Assunto: |
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| alexnery escreveu: | Salve, grande Gustavo!
Resolvi iniciar minha peregrinação em busca da redenção dos posts pela Conexão Gate. | Grande Alex! Que boa surpresa ter você por aqui...
| Citação: | Fiquei intrigado com o capítulo 1. Gostei do personagem Roberto, esses lances de hacker são coisas próximas pra mim que trabalho com informática. Você explorou bem a situação. E a maneira como o Gate entra em contato é sinistra. Uma simples ligação e vc está entrando no mundo dos segredos. Gostei disso realmente. Simples e eficaz.
Billy, uma entidade informacional... Pode render muita coisa boa. Grande sacada. Acredito que o Gate vai usar bastante os talentos dele. Boa história, com certeza. | Pois é, acredito que muita gente se identificaria com o Roberto. Eu particularmente conheço muitos que trabalham no ramo da informática (não hackers, é claro) e acho que isso serve de bom conhecimento pra criação do personagem.
Gate realmente recruta seus agentes de forma bem sinistra, e não pára por aí. Haverá muita coisa por vir e muitos segredos a serem revelados. Billy, a inteligência artificial em corpo de robô, terá sim um importante papel nas mini-séries (já que já estou começando a escrever a segunda mini-série).
| Citação: | No segundo capítulo, você fez algo que eu adoro ler numa história: uma reviravolta no final. Quando eu penso que o Gate é uma espécie de "patrocinador de heróis", você faz ele recrutar o Magrelo, deixando evidente que os planos do megaempresário são bem mais complexos. Gostei muito.
O Barnes é aquele detetive que vez ou outra aparece. Você o caracterizou muito bem. Aqueles trechos onde se revela a vida pessoal dele estão ótimos. E ele erra! MUITO BOM isso! Um protagonista que erra, que é humano! Teve um caso extra-conjugal que acabou com o casamento e vive torturado por isso... Bacana pacas. Acho que o personagem fica mais rico assim. | Pois é, o Gate não é bem um patrocinador de heróis, como você mesmo disse. Ele tem intentos um tanto obscuros, como no caso do Magrelo, e faz coisas um tanto... diferentes pra obter o que quer.
E cada vez mais fico contente em ver que acertei na criação do Barnes. Gostei muito de criá-lo e garanto que logo logo poderemos vê-lo de novo em ação (não nessa primeira mini-série, eu acho, mas na seguinte, muito provavelmente). Ele erra mesmo, é humano, talvez um dos mais humanos dessa mini, ao lado do Roberto e dos próximos personagens a serem apresentados nas próximas duas partes.
| Citação: | Roberto, Barnes e Gate são três personagens humanos e ricos. Cada um tem seus motivos (nobres ou não), mas todos correm atrás do que querem. Espero que continuem assim.
Longa vida à Conexão Gate. | Eles e mais outros personagens ainda darão o que falar, com toda a certeza. Amanhã vocês não podem deixar de ler a terceira parte dessa primeira mini-série! Estará imperdível!
Obrigado pelo comentário, Alex. E espero que logo você volte a comentar Echelon (estava olhando e vi que seu último comentário foi da edição 5). Abraço! _________________ CONEXÃO GATE - VOLUME 2: FINAL: BARNES E GATE CARA-A-CARA!
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